Eu tinha uma galinha que se chamava MaryLu, ou a música que venderam pro mochila de criança pra grudar nas nossas mentes...

O título não tem nada a ver com o post. Por falar em nada a ver, o correto é "haver" ou "a ver"?
 Se parar pra pensar, "haver" da a ideia de "ter", e "a ver" de ligação, mas num contexto qualquer quem seria a carta coringa, quem seria o Ás do baralho?... essa expressão veio de qual jogo? Por falar em baralho, truco é o jogo onde ganha quem tem mais cara de pau pra vencer, se pensou que eu ia comparar isso com a vida, se enganou profundamente, a vida dever ser honesta e feita de princípios. Mas que princípios se hoje ninguém parece tê-los e se os têm não sabem identificar? Bem, cabe a cada pessoa definir seus próprios princípios, que por falar nisso não podem ser julgados, já que são individuais (você não vai ter a mesma opinião em tudo e com a mesma intensidade que alguém, desista de ser igual aos outros). Logo, se os princípios não podem ser julgados, o que temos de universalizante para podermos coexistir com a mesma base moral e ética? Essa é simples, sente o pensamento: se não pode julgar o princípio por ser individual, a única coisa que une esses indivíduos é o fato de seguirem essas ações ou não. "Ah meu senhor, e quanto as ações de um indivíduo perante a sociedade? Elas não contam?". Não, não contam. Aceita que dói menos. Pensa assim, o que valem não são as ações e sim os pensamentos por trás delas, o que rege o pensamento é o princípio de onde ele veio, logo o que conta não são as ações e sim os princípios. Um exemplo fácil de entender: se eu entro na sua casa e mato sua família (coisa que não faria em hipótese alguma, não se preocupe) sou considerado um assassino; se entro na guerra e mato sua família, acidentalmente ou não, sou um soldado e estou isento da culpa de matar sua família, "afinal guerra é isso mesmo e essas coisas acontecem com gente de bem que não deveria temer mal algum, fazer o quê se o mundo não é justo?". Como um soldado tem a liberdade de matar e eu, na sua casa não? O que mudam são os princípios, claro, e a melhor forma de julgar isso é na base de outro exemplo que na verdade é uma pergunta: um homem que ajuda as pessoas sem pensar realmente nelas e só se preocupando consigo mesmo é melhor que um homem que não pode ajudar e que se ressente por isso? O que muda aí? Os princípios... E é isso que no final rege nossas vidas, mesmo que não sejamos capazes de perceber isso na maioria das vezes (não é porque somos o Stevie Wonder, menino maravilha, que não vemos, é porque os princípios nos formam e nós formamos os princípios).
 Esse texto ficou longo e não sei porque eu escrevi ele, bateu essa vibe e escrevi, tentem em casa. Peguem lápis e papel e escrevam sem parar... o quê? borracha? não não, nada de borracha, é pra ser fluxo de consciência e poesia futurista com dadaísta de uma vez só. Depois de escrever, não leia, espere um tempo, ou tome um café (se achar café ruim pega uma arma e dá uns tiro pro alto... pensou que eu ia mandar você se matar né? claro que não vou, não da pra saber onde você vai parar depois de morto, independente da religião não é nada comprovado cientificamente, convenhamos), depois  de matar seu tempo pega o papel e lê. Ali talvez estejam seus princípios, talvez uma ideia de livro/série/filme/novela/música/pagode-que-precisa-de-categoria-especial-por-ser-MAIS-do-que -música e outros. Dependendo do que você tiver escrito eu aconselho um especialista em mentes de seres humanos pra lidar com sua paranoia ou depressão ou psicopatia.
 O texto morre aqui.
 Toma outra imagem.

um pato gigante, você não é nada perante o patozilla

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