A inconstante verdade do jacaré sem três dedos e o policial que matou a violência.

 Um dia um homem trocou a própria felicidade por um picolé. Um picolé infinito, então dá pra chamar isso de felicidade também. Por que o infinito é o desejo do ser humano, de vida tão limitada. Invejamos a natureza por ser eterna e destruímos ela no processo para nos tornarmos eternos. "Um paradoxo!", aaah cala a boca, obrigado. 
 Não é um bom dia para ser caçador, muito menos para ser caça, já não era bom ser nenhum dos dois antes mas agora que a as coisas ficaram sérias com o mundo de pernas pro ar e nada de simplicidade.
 Simplicidade.
 Uma palavra comprida e bonita que deveria ser mais utilizada. Vem da prepotência humana achar que o complexo representa genialidade ou evolução, "ain, mas biologicamente quando mais complexo mais evoluído é", é aí que se engana Creuza, quando mais adaptado, melhor. Mas esqueça a biologia que não é meu campo, vamos para as divagações sem propósito e objetivo que são mais o meu estilo. Pois bem, o simples é de fato o segredo do sucesso, e muitos estão aí para comprovar que isso é verdade (tio Steve Jobs -que não tomava banho- é um deles). Mas a simplicidade vai muito além da questão do mercado, a coisa aqui é muito mais sobre moral e ética do que sobre produtos hoje super valorizados que ganharam muito mais nome do que fizeram em inovação nos últimos anos -não é indireta nem nada não-. 
 A questão aqui é, afinal, falar sobre as regras que moldam nossas vidas, e por que a regra dos extremos é a mais correta. "Ain, mas você disse que ser extremista é ruim.", verdade Creuza, bem lembrado, bom saber que anda lendo meus textos (se não leu e está curioso te dou uma dica, procura), mas quando eu falo de extremos aqui estou falando do sim ou não, 8 ou 80, "ou vai ou racha", "ou dá ou corre". Porquê as regras que um indivíduo segue não podem ser feitas de exceções ou entrelinhas, só segue-se verdadeiramente um julgamento de virtude quando você obedece a ele plenamente, e nesse ponto vou concordar com você quando diz que eu digo que isso abre espaço para o radicalismo, são indivíduos que não abrem mão de sua moral que são um perigo para sociedade, mas são perigo apenas porque seguem o código moral errado, e aqui você entende errado como "aquele que ofende a integridade física ou moral dos indivíduos". E pior do que aquele que segue o código moral agressivo é aquele que segue os mesmos códigos de forma maquiada e projetada para atender aos desejos da massa com um código de conduta diferente. Esse maravilhoso ser que se ilude e tenta agradar ao coletivo nada mais é do que um ator em uma dessas novelas mexicanas ruins com a principal chamada Rosa Maria de la Santa Augustina Esmeralda de la Fé, porque todas as suposições existenciais que ele faz não são nem uma coisa e nem outra, muito menos ambas, é feito apenas do vazio complexo que ele chama de Tia May e na verdade é a própria consciência (divaguei aqui). 
 Para resumir isso tudo se você é preguiçoso, a simplicidade no seu código de conduta determina o quão alto são seus valores e o quão hábil você é para integrar esses valores na sua vida -não acrescento nem um "de forma forma correta" aí porque os valores certos são praticados da forma certa. 
 Worshipen o Koala, eucalipto para nós.

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