Ei, você aí, por que ainda não morreu? Opa, jeito errado de começar, que bom que está vivo na verdade, eu digo vivo por quê a gramática manda, talvez não, mas não importa, você pode ler com A se quiser também. Olha, eu ia falar sobre como a vida é um negócio complicado hoje, mas como sempre, não quero por que to com preguiça (hah, se fode aí). Mas aí vamos de novo para aquele negócio de postar textos prontos e é isso mesmo, Pocotó o cavalinho viciado parte dois. Beware the Pocotó e não sei o que beware significa então deixa quieto. Mas não se esqueça de ler a parte 1 primeiro.
Parte 2- Fumaça
Perdido em amor
Pocotó alucinou
Suas drogas, largou
Pocotó, se recuperou
Sua equina
Melequina querida
Pegou-a de quatro
Chupou sua teta
Sua equina monoteta
Era alucinante
Pocotó foi as nuvens
Não usou lubrificante
A felicidade vinha
A felicidade ia
Pocotó era feliz
Pocotó a comia
Sua felicidade não era eterna
Melequina sequestrada,
Capturada,
Levada.
Antes de ir,
Deixaram recado
“se fudeu,
Cavalo arrombado”
Ele os seguiu
Ao ninho da serpente
O seu líder,
Maníaco doente
Das cobras,
O rei
Jota,
O “não-sei”
Pergunte da amada
“Eu não sei”
Pergunte do sequestro
“eu não sei”
Pergunte do arrombado
É você
E sorrindo atacou
Pocotó conseguiu vencer
Naquela atordoante hora
Melequina, fugiu
Pocotó o guerreiro
Não viu
Sedento de sangue
Com cobras rijas no chão
Pocotó o cavalo
Matou joão
Melequina não veio
Nem ontem nem hoje
Pocotó ficou triste
Pocotó comprou um doce
Seu sentimento ruiu
Sua vontade
Sumiu
Pocotó, o viciado
Pocotó, oh coitado
Sua amada
O largou
Pocotó, nas drogas acabadas
De verdade irreal
De mentira verdadeira
Pocotó se drogou
Se drogou a noite inteira
Ela não veio
Ela não vem
Ela não virá
Pocotó, de coração a quebrar
Pocotó, o cavalinho viciado
Sentado a beira da estrada
Fumando uma pedra de crack
Esperando a sua amada
Fim.
O layout ficou zoado e não vou arrumar.
Worshipp Pocotó.
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