Ei, você aí, lê o meu blog aí, lê o meu blog aí... Tudo certo? Eu estou bem, e vocês? Mais um poema, embora eu tenha dito que iria parar, eu menti, ou me enganei, depende do amor de vocês por mim, enfim, assim, eu tenho mais esse, e outras coisas adiante, altos planos, grandes projetos, muitas vírgulas. Melhor. Vai aí mais uma obra minha.
Suave murmúrio das estradas:
velho encanto,
macio manto,
que corta as belas matas
- que cobre as terras vagas.
As rodas giram ferozes -
Ruído seco,
pneu preto,
que tem macios toques
- que quando giram tem muitas vozes.
Brilho opaco na lataria -
focos duais,
viajantes iguais,
que fazem da noite o dia
- que são estrelas sem moradia.
Passo por túneis e morros -
antigos marcos,
grandes astros,
que são obras de velhos moços
- que no uivo do vento são lobos.
O fim da linha, grande piada -
devagar termina,
outra inicia,
que faz da minha vida uma jornada
- que faz de mim um filho da estrada.
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