A vela que para queimar mais tempo decidiu ser moderada e o ladrão de gatos.

Eta. Mah ein?
Onde estou?
Ah, sim. Meu blog. Faz tanto tempo desde que produzi algo fora do normal que agora estou desacostumado. Ou me disseram isso, talvez tenha sido um sonho, mas não tinha patos nem mesmo eu dançando de calcinha rosa do Empire State, então não pode ser um sonho.
Muitas vezes as mensagens se perdem no caminho. Muitas vezes nós somos essas mensagens e nos perdemos, mudamos, nos adaptamos para nossos ouvintes e leitores da vida. (Não é o caso do digníssimo que vos fala ou de tal produção magnânima - o blog). Contudo devemos deixar de lado nossa prepotência ao acreditar na infalibilidade papal pessoal e passarmos a questionar nossas percepções. 
Será que realmente vemos as coisas conforme a Verdade o conceito absoluto e real dentro de aspectos científicos e sociais que você procura negar por acreditar em filósofos de fim de século e charlatões espiritualistas ? Será que a sua visão é realmente a melhor e a mais válida? Por que a recusa em assumir um caráter cético e negar os padrões falsos sob o qual vivemos?
São questões muito pessoais, mas que ao mesmo tempo afetam a vivência em grupo. Um indivíduo deve ser deixado livre para ser então apto a produzir para a sociedade (eu chamo isso de "paradoxo do larga pra poder voltar, kirida"), mas quando deixado sozinho sem a capacidade de questionamento ele reproduz informações vazias e não gera nada. 
Dessa vez eu acabei decidindo fazer um texto pequeno e mais simples. Contudo a pergunta permanece: Será que só porque você acha estar certo, realmente está? São os seus padrões verdadeiros?
Antes que me façam essas perguntas eu já lhe respondo. Para a primeira vale repetir a premissa mais bela de todas "só porque acredita em algo não quer dizer que seja verdade". Para a segunda eu tenho uma ideia: é melhor achar que não e passar a vida procurando pelos padrões certos (ah, a eterna busca pela perfeição).
a maioria das imagens eu tiro do site Concept Monster

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