Pequenas coisas de nossos dias, velhas lembranças de secas pradarias

Como estou em uma fase poética, estarão presentes nas próximas semanas muitos poemas, como não quero deixar apenas curtos pensamentos marcados em palavras, eles virão em compilados de dois ou três. Agradeço a atenção, compartilhem os links, comam seus vegetais e vivam plenamente.

I
Acerte-me, velho Destino,
Acerte-me com o Cupido.
Dai-me bons amigos
para poder me enterrar...

Novela, longa novela dela,
cruel comigo, tão bela...
Dai-me, bom Destino, a vela
para poder me iluminar...

Calor, amor do corpo.
Dai-me, senhor Destino, o fogo.
Um sinal eu farei no morro
para ela poder me olhar...

Sem ela vou à loucura,
mil noites longas sem ternura.
Dai-me logo, Destino, as noites puras
Para podê-la abandonar...

Eu morro, Destino companheiro,
e do que valeu todo o meu dinheiro,
ser sempre - em tudo o primeiro
se ela não quer me amar?

II
Me pego em melancolia...
Tão fria a falta de alegria...
Tão sem rumo à luz do dia...

Passos ecoam no apartamento!
Desperto logo, sorrio...
Tola melancolia! Tolo descontentamento...

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